Obrigada, 2017

2017, você chegou com um quê de esperança, mas não ficou só nisso. Fostes extremamente louco, meu caro. Em uma reta numérica você percorreu os dois polos. De cabo a rabo. Mesmo assim, sobrevivi, meu querido. Muito obrigada.

Em 2017 eu continuei no meu terceiro – e mais intenso – estágio. Mudei de equipe, consegui alçar uma vaga onde tanto sonhava: o time de redatores esportivos. Deu certo, Brasil, mas “o barato foi louco”.

Eu toquei a rotina intensa, aprendi tantas – mas tantas! – coisas com os melhores colegas que o Portal e o jornalismo por si só poderiam me dar. Eu recebi pessoas de braços abertos, mas também me despedi – no trabalho e em casa.

Com as idas e vindas, restou um espaço enorme e desconfortável chamado saudade – dotado de reflexão. E nesse processo eu desci daquele ‘salto’ onde muitos me conheceram. Eu calcei diversas vezes as ‘sandálias da humildade’, sabe?!

Em paralelo à vida profissional eu estava de mudança, mobiliando a primeira casa própria. Também mudei a decoração da morada da minha alma. Fecho o ano com 10 tatuagens e mais um punhado na lista de realizações de 2018.

Com a casa nova e carcaça decorada, meu coração também pediu que fosse preenchido depois de tanto tempo. E foi.

Bom, tudo isso foi evoluindo, evoluindo, evoluindo… Eis que decaí no curso. Pensei que a queda definitiva estava por vir, à galope, com a falta de recursos financeiros, de tempo, de saúde mental para lidar com tudo de uma só vez.

E nos 45 do segundo tempo a coisa aliviou, como se a vida esperasse apenas que eu chegasse ao ápice – do qual tanto falo em meus textos –, ao extremo estresse e o choro desatinasse. Era a última sandália da humildade pendente, talvez?!

E eu pensei que encerraria o 2017 da desilusão com uma bagagem de aprendizados, só que num dia de Tricolor paulista X Vasco nasceu a minha pequena Analu. Ana Luiza, que não terá ‘Reis’ no sobrenome (que pena!), chegou para compor a massa são-paulina da família. Minha amada sobrinha chegou para afastar a primeira ameaça de rebaixamento.

Por fim, a vida desempacou neste ano. Porém, tomou tamanho fôlego a ponto de quase me derrubar no percurso.

Aqui fica o meu ‘muito obrigada, 2017’, que eu precisava repensar e reaprender muita coisa. Mas não agradeço somente ao ano com seu pacote premiado, mas a cada pessoa que cruzou meu caminho – positiva ou negativamente. Vocês contribuíram para o meu amadurecimento pessoal e profissional.

Muito obrigada e até logo!

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