Livres

Quando aceitei o fim,
Que não havia mais razão
Pela qual tentar segurar tuas mãos,
O peito não chiou.

Pensava que desabaria,
Que correria em sua direção
Clamando um retorno.

Mas foi quando me soltei
Das amarras dessa ilusão
Que caí – sim caí!

Caí em um voo livre e necessário
E não me debati contra o chão,
Como temia,
Mas alcei o céu – e o alcancei.
Nos libertamos da nossa tão doce e cruel mentira, meu bem.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s